Sinopse: Uma cidadezinha atlântica portuguesa, hoje. Praia, casino, pescadores, peixeiras, doutores, bandidos, o rasto dos refugiados judeus da Segunda Guerra. Nesta terra consumida pela grandeza do passado — ou pela falsa memória de que foi grande — um homem escondeu-se do mundo. Onde nem todos os polícias juntos o encontram. Fala com as pombas e com deusinhos gregos, tem um Olimpo de vitrine. Quem não fez isto e aquilo e aqueloutro naquela altura? A vizinha de baixo arrasta as pantufas da velhice e da solidão, insulta as suas flores. Purificação já foi a mais bela mulher da cidade. O jogo do passado vem ter com a Borboleta. Um deus de província e do dinheiro sujo quer esmagá-la. Morre o cão, acaba a raiva. Um romance sobre um país que não encontra lugar no mundo. Da aflição das pessoas que procuram o amor, de fracasso em fracasso. Comédia humana onde, apesar de tudo, o mal pode morrer e a vida continuar. - EDIÇÕES TINTA-DA-CHINA
Um homem refugiado num sítio onde nem os polícias chegam. Uma vizinha mal humorada com problemas familiares, e passados também. Parece algo que eu escreveria mas Rui Cardoso Martins antecipou-se - é tão bizarro que chegamos a pensar que é verdade. É alucinante.
E deuses numa vitrine? Aposto que a Barbie ainda não se mexeu e o outro não vai dar o primeiro passo para saltar para cima dela. E Purificação? Que mulher.
Purificação e o nosso amigo sem nome que vive isolado vivem no passado e o autor é capaz de mostrar de uma maneira muito poética como o isolamento e o envelhecimento nos afeta, até porque "quem inventou a velhice devia arder no inferno". Tanta metáfora, tanta coisa boa.
Purificação é daquelas personagens deliciosas - ou não amasse eu personagens mais velhinhas e resmungonas - e tem uma história de vida que me deixou agarrada. Por que razão é ela tão amarga? Só mesmo no final nos é revelada a sua vida enquanto jovem e bela mulher.
Parece confuso ao início, mas deixei-me encantar por este livro.
A estreia de Rui Cardoso Martins nas minhas leituras, e que venham mais!
Título original: Jailbird (não traduzido para português)
Editora: Vintage Classics
Sinopse: Jailbird leva-nos a um mundo de puro Vonnegut, fraturado e cómico, onde há grandes crimes e baixos delitos no governo - e também no coração. Este conto irónico segue o burocrático Walter F. Starbuck, homem de Harvard, da sua chegada à Casa Branca de Nixon à sua ida para a cadeia como co-conspirador do escândalo de Watergate. O humor negro de Vonnegut resplandece nos corações frios e calculistas dos todos-poderosos gananciosos. Um retrato inesquecível do poder e da política dos nossos tempos. - GOODREADS (trad. Ana Nascimento)
A história começa com o "velho" Starbuck prestes a sair após terminar a sua pena devido ao escândalo de Watergate - terá sido ele mesmo um co-conspirador?
Após a sua saída da prisão, Starbuck encontra-se com uma série de indivíduos que o tratam de uma forma estranhamente amigável. Estes encontros têm todos, ou quase todos, referências à corporação RAMJAC - um negócio conglomerado omnipresente e de grandes receitas económicas na América, ou seja, o capitalismo em pessoa/empresa.
Um retrato da América de Nixon, o capitalismo contra o socialismo. Uma obra bastante política e, de longe, não dos melhores livros de Vonnegut. Embora se note que foi Vonnegut a escrever e que o humor lá esteja, este é um trabalho muito mais sério.
Percebo a razão de não estar traduzido para português - a meu ver, é necessário ter uma grande bagagem da historia da América e de todos os escândalos políticos da época, do antes e do depois para se compreender esta história por completo.
No entanto, não deixou de ser uma boa leitura onde dei algumas gargalhadas.
Classificação: 3/5*
Author: Kurt Vonnegut
Title: Jailbird
Publisher: Vintage Classics
Summary:Jailbird takes us into a fractured and comic, pure Vonnegut world of high crimes and misdemeanors in government—and in the heart. This wry tale follows bumbling bureaucrat Walter F. Starbuck from Harvard to the Nixon White House to the penitentiary as Watergate’s least known co-conspirator. But the humor turns dark when Vonnegut shines his spotlight on the cold hearts and calculated greed of the mighty, giving a razor-sharp edge to an unforgettable portrait of power and politics in our times. - GOODREADS
The story begins with the "old" Starbuck leaving penitenciary after years in prison due to the Watergate scandal - is he really a conspirator?
After his leaving, Starbuck finds several people who treat him in a very friendly, yet weird, way. This encounters have all, or almost all of them, to do with the RAMJAC corporation - an omnipresent business, highly profitable comglomerate, so to say, capitalism itself.
A portrait of Nixon's America, the capitalism against socialism. A political book and, by far, not the best Vonnegut book. Even though you notice his humour and style, this is much more of a serious job.
This book isn't translated into Portuguese and get it - in my honest opinion, you need to have a big background information about America's histori, the before and after, the knowledge of all the scandals and political problems in Ameria so you can understand this book to a hundred percent.
Sinopse: Leite e Mel é um conjunto de poesias sobre o amor, a perda, o abuso infantil e, finalmente, a cura. Transporta os leitores para momentos difíceis da vida, mas leva-os a descobrir neles a doçura e a fragilidade da vida, porque a doçura está em todo o lado, se estivermos abertos a recebê-la. Leite e Mel é uma história de sobrevivência através da poesia. Para a autora, é o sangue, suor e lágrimas dos seus vinte e um anos. Lançado originalmente pela própria autora na Amazon, o livro tornou-se tão famoso que não passou despercebido no mundo editorial e os seus direitos foram adquiridos. - WOOK
Este livro é cru. Sou capaz de ver a pureza e vida numa parte ou outra. A parte erótica foi a mais complicada para mim, uma vez que não me identifico em nada com o que Rupi Kaur escreveu, mesmo que faça parte da vida.
Consegui identificar-me com algumas coisas nos primeiros capítulos e agradeço à autora por colocar em palavras aquilo que eu não consigo expressar.
Comecei a ler o livro e a adorar mas depois cansou e comecei a ficar enojada. Não estou a ser puritana nem nada, mas o texto mais sexual é horrível e infantil. Não é preciso estar sempre a atirar-me à cara que o quer dentro dela.
Mas bem, se estás a passar por uma situação semelhante à da personagem do livro, és capaz de gostar (e muito).
Recomendo a todos o que querem uma lufada de ar fresco nas suas leituras. Mas não leiam se vão à procura de poemas. É uma prosa com parágrafos a fingir de poema, aviso já.
Tenho de admitir que as ilustrações são bonitas. E compreendo a razão de muitas pessoas gostarem, e chegarem a amar, este livro - ou porque passaram por uma situação semelhante ou estão neste momento a passar por ela.
Rating: 3,75/5*
Author: Rupi Kaur
Title: Milk and Honey
Publisher: Createspace
Sinopse: milk and honey is a collection of poetry and prose about survival. It is about the experience of violence, abuse, love, loss, and femininity. It is split into four chapters, and each chapter serves a different purpose, deals with a different pain, heals a different heartache. milk and honey takes readers through a journey of the most bitter moments in life and finds sweetness in them because there is sweetness everywhere if you are just willing to look.
This book is raw. I can see pureness in it and live this and that part. The erotic part was the hardest one for me, once I don't really like those things even though they're part of life itself.
I can identify with many things Rupi Kaur wrote and I thank her for that, for putting into words some things I can't express myself.
I started enjoying it and ended up getting disgusted. I'm not being puritan or anything, but the sexual text is just awful and childish from my point of view. You don't need to keep telling me you want him inside of you.
But well, if you're going through something like that you might really enjoy it.
Recommend it to everyone who's looking for some fresh air in their readings.
I must say that the illustrations are beautiful and simple.
Autor: Neil Gaiman Título: O Oceano no Fim do Caminho Título original: The Ocean at the End of the Lane Editora:Editorial Presença Sinopse: Este livro é tanto um conto fantástico como um livro sobre a memória e o modo como ela nos afeta ao longo do tempo. A história é narrada por um adulto que, por ocasião de um funeral, regressa ao local onde vivera na infância, numa zona rural de Inglaterra, e revive o tempo em que era um rapazinho de sete anos. As imagens que guardara dentro de si transfiguram-se na recordação de algo que teria acontecido naquele cenário, misturando imagens felizes com os seus medos mais profundos, quando um mineiro sul-africano rouba o Mini do pai do narrador e se suicida no banco de trás. - EDITORIAL PRESENÇA
Sinto que fui atacada por este livro. Sugou-me para dentro das suas páginas, não me largou mais e duvido que alguma vez na vida o fará.
Foi o primeiro livro de Neil Gaiman que li e acho que não podia começar melhor.
É mágico, é envolvente e, tal como Joanne Harris disse sobre o livro, é daqueles "que se apoderam de nós, de corpo e alma".
Toda a família Hempscock me delicia com as suas "magias", não bruxarias porque a avó Hempstock não gosta dessa palavra.
O livro, embora sejam memórias que um adulto tem de quando eram criança, toca em tantos assuntos importantes para os dias de hoje no que toca a "ser humano", ser criança e ser adulto, ir pelos caminhos feitos ou criar o nosso próprio caminho pelo meio do mato.
Não há maneira de contornar este livro nas nossas vidas. É um daqueles livros que se torna obrigatório ler!
E eu quero lê-lo de novo, pela primeira vez, para me espantar de novo com tudo. Para me assustar, para ter medo, para ser forte, para querer chorar, para compreender o que se passa com o jovem e com as mulheres Hempstock. Para ver todas as criaturas de novo, para me encontrar de novo com a gatinha, para ver as vermineiras, para... mergulhar no oceano.
Classificação: 5/5
Author: Neil Gaiman Title: The Ocean at the End of the Lane Editora:Headline Publishing Book Summary:The Ocean at the End of the Lane is the bestselling magical novel from Neil Gaiman, one of the most brilliant storytellers of our generation and author of the epic novel American Gods, and the much-loved Sandman series. 'Possibly Gaiman's most lyrical, scary and beautiful work yet. It's a tale of childhood for grown-ups, a fantasy rooted in the darkest corners of reality' (Independent on Sunday). If you loved the mesmerising world of Erin Morgenstern's The Night Circus or were drawn into J.K. Rowling's magical universe, this book is for you. It began for our narrator forty years ago when the family lodger stole their car and committed suicide in it, stirring up ancient powers best left undisturbed. Dark creatures from beyond this world are on the loose, and it will take everything our narrator has just to stay alive: there is primal horror here, and menace unleashed - within his family and from the forces that have gathered to destroy it. His only defence is three women, on a farm at the end of the lane. The youngest of them claims that her duckpond is an ocean. The oldest can remember the Big Bang.The Ocean at the End of the Lane is a fable that reshapes modern fantasy: moving, terrifying and elegiac - as pure as a dream, as delicate as a butterfly's wing, as dangerous as a knife in the dark. - BOOKDEPOSITORY
I feel like I was stroked by this book. It sucked me inside its pages, it never let me go and I highly doubt it will ever.
It was the first book by Neil Gaiman that I've read and I couldn't have a better start.
It's magical, engaging and, as Joanne Harris said about the book, "some books just swallow you up, heart and soul".
All Hempstock family delights me with their "magic", not "witchcraft" because grandma Hempstock doesn't like that word.
Even though in the book an adult remembers his childhood memories, it touches very important subjects in our days: being human, being a child and an adult, take the path or make your own through the brushwood.
There's no way not to read this book in our lives. It's one of those books that should mbe mandatory to read!
And I want to read it again and for the first time again, so I can be shocked with everything. To get frightened, get scared, to be strong, to cry, to understand what's going on with the young boy and the Hempstock women. To see all the creatures again. to meet the kitty again, to see the varmints, to... dive in the ocean.
Começo já por dizer que, desde que vi o livro nas livrarias, tenho sempre o impulso de o trazer comigo, ou de o mandar vir mais barato da internet.
Como sei que não o vou comprar tão cedo, decidi ver o filme - e continuo com a intenção de ler o livro, com o mesmo nome, de Timur Vermes.
O quanto me ri no início deste filme! E quanta foi a vontade de rir que fui perdendo ao longo do filme.
Embora seja considerado, e catalogado como, um filme de comédia tenho as minhas dúvidas que David Wnendt tivesse a intenção que fosse apenas um filme cómico, satírico sobre um dos maiores ditadores que o mundo já conheceu, o nosso querido Adolf Hitler.
É do nada que Hitler "cai do céu" no que foi considerado o local do seu antigo bunker durante a II Guerra Mundial. Acontece que um repórter freelancer, numa das suas tentativas de fazer uma reportagem de sucesso, filma a chegada de Adolf Hitler - no entanto, é a sua mãe que repara quando este está a ver as últimas filmagens que fez antes de ser despedido do canal para o qual trabalhava.
Ver a adaptação de um Adolf Hitler ao século XXI, ver como este muito provavelmente responderia a todos os estímulos sociais a que hoje nós chamamos "quotidiano" - internet, telemóveis, selfies, televisões com espessuras não superiores a 3 centímetros - e ver como este reage à multiculturalidade de Berlim é um mimo, uma pérola daquelas que nós pagaríamos para ver.
Enquanto ninguém acredita que Hitler é verdadeiramente ele próprio, este tenta continuar os seus planos de domínio na Alemanha, o seu ódio contra os turcos e os polacos continua o mesmo. Este encontra pessoas que concordam com campos de concentração e que são contra a imigração e o acolhimento de refugiados na Alemanha. Com certeza que haverão pessoas assim, e não devem ser poucas, mas Hitler fica contente por poder começar a recrutar novos peões para os seus planos maléficos.
O problema? Todos acham que é um comediante que nunca larga o seu papel como Adolf Hitler. Até que o jornalista que o lançou para o estrelato da televisão nacional se apercebe que não é alguém que se faz passar pelo ditador mas é o próprio ditador.
Entre gargalhadas e situações caricatas, começamos a compreender onde tanto o autor do livro como o realizador do filme querem chegar. "Ele Está De Volta" poderia ser o nome do filme em português e é isso mesmo que se está a passar na nossa sociedade: as ideias de Hitler estão e volta.
Hitler aqui não é a pessoa mas os ideais que este defendia: a xenofobia, a falta de respeito pelas nações que não a nossa, o controlo das massas através da propaganda, o medo da perda de identidade (neste caso) alemã.
No início disse que comecei o filme a dar gargalhadas mas que estas foram diminuindo. Porquê? Não é spoiler nenhum, mas no final do filme passam cenas reais do que passa nas nossas televisões todos os dias: guerras, xenofobia, imigração ilegal por parte de pessoas que não tiveram outro remédio senão fugir dos seus países, manifestações contra estrangeiros...
Ele está de volta. E se ele está de volta, é porque há Hitlers entre nós, pessoas que pensam como ele.
Classificação: 7,75/10
I'll start by telling ever since I saw this book in bookshops I felt the compulsive urge to buy it, or trying to buy it cheaper on the internet.
As I know that I won't buy it in the near future, I decided to watch the movie - and I still intend to read the book by Timur Vermes.
You an't imagine how much I've laughed in the beginning of this movie! And that will to laugh started decreasing as the movie rolled.
Even though being considered, and labeled, as a comedy movie, I highly doubt hat David Wnendt had the intention to make this only a satire and comedy movie about one of the greatest dictators our world has ever known, how dear Adolf Hitler.
Hitler falls on Earth out of nowhere in the same place his bunker was placed during the Second World War. It happend that a freelance journalist is trying to make a successful news story and ends up filming Hitler's arrival - which he didn't notice until his mother pointed it out when he was watching his latest footage after being fired from the TV channel he worked for.
Seeing the adaptation of Adolf Hitler to the 21st century, watching how he would respond to all the social stimuli we now know as "everyday life" - internet, smartphones, TVs with less than 3 cm thickness - and watching him reacting to the multicultural crowd in Berlin is a delight, a gem we would pay to watch today.
While nobody believes Hitler is actually himself, he tries to continue his plans to control the world with Germany and his hatred towards turkish and polish people remains the same. Meanwhile, he meets people who share his same ideals towards concentration camps, people against emigration and the reception of refugees in Germany. Of course there are people out there like this, and there must be many. It makes Hitler's day to know he can continue his rise to power recruiting pawns for his evil plans.
The problem here is that everyone thinks he's a comedian who simply won't drift apart from his character, no matter what. Until the day the journalist who found him and launched him on national television realizes he is indeed the real Adol Hitler coming from the past.
Amid laughters we start understanding what both the book author and the movie director wanted to do out of their works. "Look Who's Back" or "Er Ist Wieder Da" (EN = He's Back) is exactly what is happening in our society: Hitler's ideals are back.
Hitler here doesn't represent the person themself but the ideals he defended: xenophobia, lack of respect for other nations beside our own, the control of the masses through propaganda, the fear of losing ones identity - in this case, the German one.
In the beginning I said I started the movie laughing and then stopped doing it. Do you know why? This isn't such a big spoiler, but in the end there are real footage of what we watch everyday on our televisions: wars, xenophobia, illegal emmigration from people who had no other choice but to flee out of their countries, demonstrations against foreigners...
He is back. And if he is back, it's because there are Hitlers among us, people who believe the same he did.
Ano 2084. Um grupo de médicos tenta ressuscitar pela primeira vez um homem que foi criogenado há 60 anos atrás. Marc (Tom Hughes) foi diagnosticado com uma doença, cujo prognóstico lhe dava um ano de vida. Incapaz de aceitar o seu final, decide congelar o seu corpo. Seis décadas depois, Marc torna-se o primeiro homem ressuscitado da história. Mais tarde descobre que o grande amor da sua vida, Naomi (Oona Chaplin), o acompanhou durante todo esse tempo da forma que menos esperava.
Estou neste momento a tentar ver o máximo de filmes lançados no final do ano passado e no início deste e quando vi este perguntei-me "porque não?" E mergulhei de cabeça nele.
Começa logo com Marc a falar, dirigindo-se a quem assiste, numa reflexão sobre a vida e a ideia de nascer já sabendo o que se vai encontrar no mundo, a ideia de ressuscitar noutro corpo. Fiquei atenta.
Com o avançar do filme, sabemos que Marc tem uma doença que lhe dá apenas um ano de vida, com uma relativa qualidade de vida normal, mas que, após esse ano, os médicos não lhe garantem que este não sofra. Mas Marc tem um plano: congelar o seu corpo para, quando a ciência o permitir, voltar à vida. Para tal, é necessário muito dinheiro mas como artista de sucesso que é, o dinheiro não será um problema.
Marc apercebe-se que, para o seu corpo reagir bem a uma possível descongelação futura, o seu corpo tem de estar com o máximo de saúde possível. De um lado temos a sua doença, que o vai deteriorar ao longo do tempo, e do outro lado, a possibilidade de poder renascer através da criogenia humana.
Para tal, Marc toma uma decisão complicada: este decide suicidar-se enquanto o seu corpo ainda está minimamente saudável para que, no futuro, o corpo aguente a descongelação.
Wow... Sim, parece de loucos e é de loucos. Marc planeia tudo ao mais ínfimo pormenor, dá uma última festa com os seus amigos, planeia o suicídio, tem o apoio da sua namorada dia-sim, dia-não (uma relação amorosa bastante complicada mas bastante bonita) para, quando chegar a hora, ela possa ligar primeiro para a clínica de criogenia e apenas depois para o 112. Está tudo planeado.
Até ao dia em que Marc se torna o primeiro homem ressuscitado do mundo! Exclusivamente para ele, foi desenvolvida tecnologia de ponta para reconstruir os músculos, órgãos e ossos que precisassem de melhorar após sessenta anos de criogenia.
Para se recordar de tudo, foi desenvolvido um aparelho semelhante a óculos onde estão gravadas, e são gravadas, todas as memórias que Marc tem sobre a sua vida antes da criogenia.
Esta vida após a criogenia parece estar a correr bem, até ao momento em que ele se apercebe que, embora seja o primeiro homem descongelado, não foi a primeira tentativa da equipa médica que o rodeia e apoia todos os dias de acordo com as suas necessidades.
Não posso avançar muito mais sobre o filme, ou estragaria para quem fique interessado em vê-lo. O final é simplesmente de génio, é duro e cru mas de uma beleza inimaginável.
Não posso deixar de referir que este filme ganhous os prémios de Melhor Filme e Melhor Argumento na última edição do Fantasporto! Bem merecido!
A vida só é vivida quando não a deixamos passar por nós.
Classificação: 8/10
Yesterday I had the opportunity to watch this movie about human cryogenics - freeze the body so you can resurrect in the future.
The Arcadia Motion Pictures summarizes the movie like this:
Marc (Tom Hughes) is diagnosed with a disease and is given one year left to live. Unable to accept his own end, he decides to freeze his body. Sixty years later, in the year 2084, he becomes the first man to be revived in history. It is then he discovers that the love of his life, Naomi (Oona Chaplin), has accompanied him this entire time in a way that he'd never expected.
At this moment, I'm trying to watch as many movies as can from late 2016 and arly 2017 and, as I saw this movie I thought why not? And I watched it.
It starts right with Marc talking to the viewer about life and how it is to be born knowing what you're going to find in the world, meaning, the idea of resurrecting in another body. It caught my attention right here.
As the movie plays, we find out that Marc has a disease that will give him only one year with the normal ife quality, after that, the doctors give no guarantees he won't suffer. But Marc has a plan: freeze his body so he can come back to life, when science allows that. It takes a lot of money for it but as a successful artist, money isn't the problem.
Marc realizes that so his body reacts perfectly to a possible future defrost, he needs to be as healthy as possible. On one hand we have his disease that will deteriorate his body, on the other hand we have the possibility to resurrect through human cryogenics.
So he can succeed, Marc needs to make an awful decision: he needs to commit suicide while his body is minimally healthy so that, in the future, his body can fully react to the "awakening".
Wow... Yes, seems crazy and it is crazy. Marc plans everything until the last detail: he even throws a party with his friends, plans his suicide, has the support of his lover (they have quite a chaotic relationship, but it's lovely) so when the time comes she'll call the cryogenic clinic first and then the 911. Everything is set.
Until the day he "awakes", he becomes the first cryogenic man in the world to wake up! Exclusively for him was built the most high-tech resources to renew his muscles, organs and bones that needed to be reinforced after sixty years of cryogenics.
To remember everything, it was developed a device similar to glasses with recorded memories Marc had from his life and in which he can record his memories too.
This life seems to be going alright until the very moment he realizes he wasn't the first man to be "defrosted", even though he was the first man alive after being frozen. He wasn't the first try for cryogenics.
I can't go much furter on the movie or else I would spoil the movie for the people who are now curious to watch it. The ending is simply genious, hard and raw with an unimaginable beauty.
I must also say that this movie won the Best Movie and Best Script at the 37th Oporto International Film Festival. Well deserved!
Sinopse: Depois de anos de investigação para tornar possível manter uma colónia humana no planeta Marte, um grupo restrito de cientistas é enviado numa missão de teste. Durante a viagem, a astronauta Sarah Elliot descobre que está grávida. Algum tempo depois de se instalarem, Sarah dá à luz Gardner, morrendo logo após o parto. Determinado a não dar grandes explicações aos seus superiores, Nathaniel Shepard, o responsável pela missão em Marte, mantém tudo em segredo e responsabiliza-se pela criança. Gardner cresce num ambiente totalmente condicionado, sob condições criadas artificialmente. À medida que o tempo passa, a sua curiosidade sobre o planeta Terra aumenta, bem como a necessidade de descobrir as suas origens. Um dia, enquanto navega na internet, conhece Tulsa, uma rapariga da sua idade a viver no Colorado (EUA). Os dois passam a ser amigos e confidentes, partilhando longas conversas online. Quando finalmente surge a oportunidade de visitar a Terra, ele não cabe em si de entusiasmo por tudo o que espera conhecer e vivenciar. Mas assim que chegam ao destino, todos percebem que, por ter nascido em Marte, o seu corpo não está adaptado à atmosfera terrestre e que a sua estadia fora de um ambiente controlado pode colocá-lo em sério perigo de vida. Porém, decidido a encontrar-se com Tulsa, o rapaz encontra uma maneira de escapar…
Um filme de ficção científica realizado por Peter Chelsom ("Hector e a Procura da Felicidade"), segundo um argumento de Allan Loeb. Gary Oldman, Asa Butterfield, Britt Robertson e Carla Gugino dão vida aos personagens. PÚBLICO
Opinião: Li apenas uma pequena sinopse por alto e fui com uma ideia diferente ver o filme. Saí surpreendida pela positiva.
Este filme é muito mais do que um simples rapaz que nasce em Marte que quer voltar para a Terra. É um filme sobre sermos os extraterrestres no planeta onde os nossos pais nasceram. É sobre a beleza do nosso planeta. Mas, acima de tudo, é um filme sobre laços familiares, sobre quem são os nossos pais quando os nossos pais biológicos não estão presentes.
Gardner - ou Asa Butterfield, o famoso rapaz do Pijama às Riscas, do Hugo, da Miss Peregrine, da Nanny McPhee e do Ender's Game - é um miúdo completamente doce e é uma delícia ver a actuação de Asa como Gardner. Gardner é tão inocente, tão delicado, tão puro mas ao mesmo tempo tão inteligente, tão determinado e tão corajoso.
Após descobrir uma fotografia da mãe com outro homem, este está determinado a ir para a Terra procurá-lo. Além disso, tem uma promessa feita à sua amiga terráquea, Tulsa, que a visitaria um dia. Tendo passado o tempo de gestação em plena viagem pelo espaço em direcção a Marte e a passar a sua vida em Marte, este tem os ossos muito fracos, pelo que é necessária uma intervenção cirúrgica para que este sobreviva à viagem. Após alguns meses de muita fisioterapia espacial em Marte, Gardner vai para a Terra e, sete meses depois, encontra-se com Tulsa. Esta pensa que ele é um lunático porque não pára de falar em Marte e de tudo o que viveu lá, até que estes vão a Las Vegas para Gardner "conhecer o mundo" e desmaia. Quando chegam ao hospital, reparam que este foi submetido a uma cirurgia nunca antes vista e aqui Tulsa começa a acreditar em Gardner.
Uma aventura pela Terra e por tudo o que tomamos por garantido, que já nos passa ao lado de tanto vermos, ou não vermos, mais do que uma aventura pelo espaço, é mostrada a beleza deste planeta que é o nosso.
Uma ficção mais que científica, muito pura e humana.
Classificação: 8,5/10
Director: Peter Chelsom
Writers: Allan Loeb, Stewart Schill, Richard Barton Lewis
Summary: In this interplanetary adventure, a space shuttle embarks on the first mission to colonize Mars, only to discover after takeoff that one of the astronauts is pregnant. Shortly after landing, she dies from complications while giving birth to the first human born on the red planet - never revealing who the father is. Thus begins the extraordinary life of Gardner Elliot - an inquisitive, highly intelligent boy who reaches the age of 16 having only met 14 people in his very unconventional upbringing. While searching for clues about his father, and the home planet he's never known, Gardner begins an online friendship with a street smart girl in Colorado named Tulsa. When he finally gets a chance to go to Earth, he's eager to experience all of the wonders he could only read about on Mars - from the most simple to the extraordinary. But once his explorations begin, scientists discover that Gardner's organs can't withstand Earth's atmosphere. Eager to find his father, Gardner escapes the team... - STX Entertainment
Review: I only read a tiny summary and dove into this movie with a totally different idea of what I was going to find. I left highly surprised with it.
This movie is much more than a story of a boy who is born in Mars and wants to go to Earth. This is a movie about being the extraterrestrial in the mother planet of our parents. It's about the beauty of our planet but, above everything, it's a movie about family traits and about the people who play our parents when ours are not around while we grow up.
Gardner - played by Asa Butterfield, the famous Boy in the Stripped Pajamas, Hugo, the boy from Miss Peregrine, Nanny McPhee and Ender's Game - is a totally sweet boy who delights us. Gardner is so innocent, delicate, and pure but also so highly intelligent, determined, and brave.
After finding a picture of his mother with another man, he's determined to go to Earth and find him. Meanwhile, he needs to fill a promise he made to his earthling friend, Tulsa, and finally meet her. Having spent his gestation time travelling through outer space and born in Mars, he has very debilitating bones, therefore, he needs to go under surgery so he can survive his trip to Earth. After some months of many spacial physiotherapy in Mars, Gardner meets Tulsa, seven months after. She finds him a bit of a lunatic because he won't stop talk funny and only about his life in Mars.
After some time, they go to Las Vegas so Gardner can "know the whole world" but he ends up passing out and going to hospital. After many exams, doctors find he was submitted to a completely unknown, but well executed, surgery never before seen on Earth. Here Tulsa starts believing Gardner isn't kidding about coming from Mars.
An advenure through Earth and everything we take for granted, once we don't notice it when we watch it, but don't see it. It's more than an adventure through space, it shows the beauty of our planet.
A fiction beyond scientific, much more pure and human.
«O que espanta num gato é a maneira como combina a neurose, a desconfiança e o medo - para não falar numa ausência total de sentido de humor - com o talento para procurar e apreciar o conforto e, sobretudo, a capacidade para dormir 20 em cada 24 horas, sem a ajuda de benzodiazepinas.
O gato é neurótico mas brinca. (...) Mas, acima de tudo, descobriu o sistema binário da existência.
Que é: dormir faz fome. Comer faz sono. Acordo porque tenho fome.
Adormeço porque comi. Nos intervalos, faço as necessidades.» - PORTO EDITORA
Opinião
É isso... Fui feliz com este livro. Não porque a minha vida é a melhor ou está melhor mas porque este livro fez-me aperceber que tudo o que eu acho que é mau - e faço um drama em torno de - é algo sem valor. Fez-me feliz.
Comecei a olhar para a vida com outros olhos e comecei a ver como realmente era linda, como era simples. Fiquei mais feliz.
Realização: Susan Johnson Argumento: Kara Holden, Casen Lissner (baseado no romance de) Com: Bell Powley, Nathan Lane, Gabriel Byrne, Vanessa Bayer, Colin O'Donoghue, Jason Ritter, William Moseley, Desmin Borges Género: Comédia, Drama
Carrie Pilby não é mais uma adolescente de 19 anos. Com 18 anos terminou o seu curso em Harvard, tem um Q.I. de 185, é tímida, não gosta de socializar, dedica-se à leitura e mudou-se há algum tempo para um apartamento em Nova Iorque.
O seu pai mora em Londres e a sua mãe morreu há menos de cinco anos. O seu livro favorito é "Franny e Zooey" de J.D. Salinger e tem memória fotográfica.
Preocupado com a sua filha, Mr. Pilby pede à sua filha que comece a ver um psicólogo para ver se consegue avançar com a sua vida e, mais tarde, consegue arranjar-lhe um emprego como revisora num escritório de advogados.
O problema de Pilby: viver uma vida com base nos seus principios morais num mundo que não quer saber deles.
Esta Carrie Pilby é um amor de miúda! Não sei se porque me identifiquei muito com ela no que toca aos princípios morais e ideologias que tem, mais o amor aos livros e à vontade de aprender, ou se simplesmente a atriz faz um trabalho extraordinário. Talvez as duas... Sim, é provável.
Uma equipa de filmagens passa um ano com uma família norte-coreana completamente normal em Pyongyang, na Coreia do Norte.
O realizador obteve autorização por parte do governo norte-coreano para filmar a vida desta família e mostrar ao mundo como é grande a Coreia do Norte e como tudo nela é bom, mas as imagens em off mostram que a realidade que estão a filmar não passa de mais um jogo de propaganda.
Um documentário não muito conhecido mas que custa a ver. Eu própria não consegui chegar ao fim tal era a violência das imagens.
O primeiro livro de Ricardo Araújo Pereira depois da publicação de seis volumes de crónicas e guiões radiofónicos
Já não é preciso esperar mais para saber o que RAP tem a dizer sobre humor. Podíamos fazer uma piada acerca da importância deste livro mas — porque o humor não é «apenas» humor — o melhor é mesmo lê-lo.
«Esta é a minha hipótese: humor, ou sentido de humor, é, na verdade, um modo especial de olhar para as coisas e de pensar sobre elas. É raro, não porque se trate de um dom oferecido apenas a alguns escolhidos, mas porque esse modo de olhar e de raciocinar é bastante diferente do convencional (às vezes, é precisamente o oposto), e a maior parte das pessoas não tem interesse em relacionar-se com o mundo dessa forma, ou não pode dar-se a esse luxo. Somos treinados para saber o que as coisas são, não para perder tempo a investigar o que parecem, ou o que poderiam ser. Este livro procura identificar e discutir algumas características dessa maneira de ver e de pensar.» — RAP
Com: James McAvoy, Anya Taylor-Joy, Betty Buckley, Haley Lu Rihardson, Jessica Sula, Izzie Coffey, Brad William Henke, Sebastian Arcelus
Género: Terror, Thriller
Kevin sofre de transtorno dissociativo de identidade. Dentro de si existem 23 identidades distintas. Há muito que é acompanhado pela Dr.ª Fletcher, uma psiquiatra especializada em distúrbios de personalidade que se interessa particularmente pelo seu caso e acredita que essas alteridades podem provocar alterações no próprio corpo. Certo dia, Kevin rapta Claire, Marcia e Casey, que aprisiona numa cave. Naquele cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes e assustadoras facetas do raptor que podem variar entre a inocência de um rapazinho de nove anos, uma mulher altiva e autoritária ou um homem com tendências obsessivo-compulsivas. Depois de várias tentativas de fuga frustradas, as raparigas percebem que só entendendo intimamente cada uma das suas personalidades poderão encontrar uma forma de sair dali com vida. Mas Kevin parece esconder uma 24.ª que espera o momento certo para se revelar…
Com argumento e realização de M. Night Shyamalan ("O Sexto Sentido", "O Protegido", "Sinais", "A Vila"), um "thriller" psicológico interpretado por James McAvoy, Anya Taylor-Joy, Betty Buckley, Haley Lu Richardson e Jessica Sula, entre outros. PÚBLICO
Editora: Penguin Books Editora em Portugal: Marcador (Título: "A Elizabeth Desapareceu) Classificação: 4/5 *
Não sabia bem o que esperar deste livro mas sabia que o queria ler - não tivesse eu um carinho especial por todos os personagens seniores e rabugentos. O meu parecer? Vai tocar nos nossos corações e vai custar.
Maud Horsham, foi diferente dos outros seniores sobre os quais eu já li. Uma senhora de 82 anos com Alzheimer e com um grande mistério em mãos que apenas ela pode resolver. A sua amiga Elizabeth está desaparecida e ninguém vai parar Maud de encontrar as respostas que ela procura.
Este livro é difícil de começar, é verdade... Mas, na minha humilde opinião, foi feito com esse propósito. Andar para trás e para a frente no tempo, haver saltos no tempo dentro do mesmo capítulo sem aviso prévio. Maud vai-se recordando da sua meninice e do que se passou com a sua irmã Sukey, depois voltamos ao presente e há qualquer coisa que Maud está a fazer que é completamente errado (ou que já fez mais de dez vezes nesse dia).
Quando o comecei só o quis pousar e parar de ler, maioritariamente por causa destes saltos no tempo que eu não compreendia mas algo me fez continuar. Chegou uma altura em que eu própria queria saber o que se tinha passado com Elizabeth, tanto era o mistério em torno dela. E só Maud me poderia dar as respostas às minhas perguntas, até porque inventei mil e uma teorias sobre o que se podia ter passado com Elizabeth.
Argumento: Seth Owen Com: Kate Mara, Anya Taylor-Joy, Rose Leslie, Michael Yare, Toby Jones, Chris Sullivan, Boyd Holbrook, Michelle Yeoh, Vinete Robinson, Jennifer Jason Leigh Género: Terror, Thriller, Sci-Fi
Lee Weathers (Kate Mara), consultora de gestão de risco, é convocada para investigar um acidente que provocou vários danos num laboratório, incluindo a morte de uma médica que a acompanhava. Quando chega ao local, depara-se com Morgan (Anya Taylor-Joy), uma rapariga nascida através de métodos alternativos e muito futurísticos e (ainda) não considerada "humana". Lee tem de decidir se Morgan deve ou não ser sacrificada pelos seus actos.
Realização: Courtney Hunt Argumento: Nicholas Kazan Com: Keanu Reeves, Renée Zellweger, Gabriel Basso, Gugu Mbatha-Raw, Jim Belushi, Jim Klock Género: Crime, Drama, Mistério
Quando Mike Lassiter, um jovem de 17 anos, é acusado de assassinar o pai, o advogado Richard Ramsay é contactado para o defender em tribunal. Na sua equipa, Ramsay tem Janelle, uma jovem advogada capaz de "ler" as verdadeiras intenções das testemunhas, assim como as dos acusados. Apesar de crentes na inocência de Mike, eles têm uma enorme barreira a transpor: o rapaz recusa-se a dizer seja o que for desde o dia do homicídio, quando confessou ter sido ele a esfaquear o pai. À medida que os advogados trazem novas revelações à barra de tribunal – incluindo provas sobre o comportamento violento da vítima sobre a mulher e filho –, Ramsay percebe que Loretta, a mãe do rapaz, possui dados que não quer divulgar e que poderão alterar o curso dos acontecimentos… PÚBLICO
Realização: Robert Lawson Gordon Argumento: Robert Lawson Gordon Com: Will Hurst, Karin Lee, Grainne McDermott, Minae Noji, Mindee de Lancey Género: Terror, Thriller
Após o suicídio da sua mãe, Tom decide que tem de recompensar o tempo que não passou com a sua irmã - esta não se consegue mover ou falar devido à sua doença.
Tom deixa a sua mulher em casa e leva a sua irmã até à casa onde a sua mãe se suicidou - uma casa isolada nas montanhas perto de um rochedo alto. Tom também começa a gravar (quase) todos os dias que passa com a sua irmã e as suas tentativas de a fazer falar ou tentar que ela melhore a comunicação de alguma forma. Isto até começar a notar que a sua irmã não é normal e que há algo de muito errado com ela. Mesmo depois da sua mulher se mudar com ele para a casa, Tom começa a enlouquecer.
Realização: Laura Lau, Chris Kentis Argumento: Laura Lau, Gustavo Hernández ("La Casa Muda"), Oscar Estévez Com: Elizabeth Olsen, Adam Trese, Eric Sheffer Stevens, Julia Taylor Ross Género: Aventura, Drama, Terror
Sarah e o seu pai vão à sua antiga casa à beira de um lago no meio da floresta para empacotar todos os seus pertences, já que vão vender a casa e ainda contam com a ajuda do tio de Sarah, irmão o seu pai.
A casa mostra problemas com a electricidade e o tio vai até à cidade mais próxima procurar um electricista, visto que se está a fazer noite. Sarah também trava conhecimento com aquela que teria sido uma suposta amiga sua de infância, mas da qual não guarda qualquer memória.
Após a saída do tio, Sarah começa a ouvir barulhos estranhos na casa e depara-se com o seu pai depois de ter sido atacado por alguém. Quando o tio regressa as coisas ficam ainda mais bizarras - há um predador dentro de casa e uma pequena menina. Sarah vê-se em perigo de vida e tenta lutar para sobreviver. Mas há muito mais ali do que aquilo que se ela pensa.
Realização: Daniel Espinosa Argumento: Rhett Reese, Paul Wernick Com: Jake Gyllenhaal, Rebecca Ferguson, Ryan Reynolds, Hiroyuki Sanada, Olga Dihovichnaya, Ariyon Bakare Género: Terror, Thriller, Ficção Científica
Seis astronautas abordo de uma estação espacial estudam uma amostra recolhida em Marte. Rapidamente descobrem que a amostra é um ser vivo com núcleo, todo ele é músculo e olhos, tal como um ser humano.
Rapidamente descobrem que há que ter cuidado com aquilo que se deseja, quando Calvin - assim apelidado por uma escola escolhida entre milhares nos EUA - começa a ter comportamentos hóstis. Levá-lo para a Terra está fora de questão, mas Calvin faz tudo para sobreviver.
Realização: Caradog W. James Argumento: Mark Huckerby, Nick Ostler Com: Katee Sackhoff, Lucy Voynton, Richard Mylan, Nick Moran, Javier Botet, Pooneh Hajimohammadi, Ania Marson, Callum Griffiths Género: Terror
A escultora Jess tenta conquistar de volta a custódia da sua filha Chloe, há alguns anos internada numa instituição.
Numa noite, Chloe e o seu namorado Danny decidem brincar com as lendas urbanas - uma casa antiga onde se se batesse duas vezes à porta e a bruxa Mary Aminov viria para os assombrar. No mesmo dia, Danny é perseguido pelo espírito e desaparece por completo. Quando o espírito começa a perseguir Chloe, esta corre para a casa da sua mãe e padrasto, o único sítio onde sente que será protegida.
Quando o Padrasto vai numa viagem de negócios, Jess e Chloe ficam sozinhas mas o espírito finalmente descobre onde Chloe se esconde. No meio da trama, a modelo a quem Chloe está a esculpir uma estátua, Kira, começa a ver a escuridão que rodeia Chloe e afasta-se, levando Jess a investigar sobre os mistérios daquela casa assombrada.
Entretanto, o detective Boardman tenta ajudar investigando o desaparecimento de Danny e levanta ainda suspeitas sobre a mãe de Chloe.